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As dissonâncias do Brasil de hoje a partir da perspectivação da categoria ritmo

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Dimensões do ritmo: arte, vida e diferença

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Programa

Encontros que têm como diapasão a necessidade de pensar as dissonâncias do Brasil a partir da perspectiva da categoria ritmo.

Com a pandemia de COVID-19, transformações se deram no ritmo de nossas vidas: rotinas de trabalho, formas de sociabilização, práticas culturais e esportivas; todas as esferas que cadenciam ritmicamente nossas experiências cotidianas vêm sendo objeto de uma dramática reconfiguração.

Entre a angústia de um presente de confinamento e a ânsia por um retorno à normalidade, perguntarmo-nos sobre o papel da arte como moduladora dos afetos e produção de diferença em tempos de pandemia e no período de pós-confinamento.

Mesa 1. Dimensões do ritmo. O ritmo em suas diversas dimensões: ritmo na natureza, nos corpos e nas atividades humanas - trabalho, arte, literatura, esportes.
Com Hans Ulrich Gumbrecht e Flora Süssekind.
Mediação de Guilherme Foscolo e Alex Martoni.

Mesa 2. Materialidades do ritmo. As diferentes funções da dimensão material do ritmo na vida contemporânea. O debate pretende colocar em perspectiva as relações entre ritmo, esporte, arte, literatura e tecnologia na produção política de formas de vida no mundo atual.

Com Guilherme Foscolo, Alex Martoni e Nicolau Spadoni.
Mediação de Guilherme Foscolo.

Mesa 3. Construções do ritmo. A partir de experiências criativas, como o ritmo participa do processo de construção em seus respectivos trabalhos.

Com Marília Garcia e André Sant'Anna.
Mediação de Nicolau Spadoni.

Mesa 4. Repetição e diferença. Como as diversas dimensões do ritmo - do corpo, da escrita, do som, da política e das tecnologias - se fazem presentes em seus respectivos trabalhos.

Com Ricardo Aleixo e Cid Campos.
Mediação de Alex Martoni.

Mesa 5. Corpo, performance e política. As relações - desde o ponto de vista da performance artística - entre ritmo e política.
Com Priscila Rezende e Lia Rodrigues.
Mediação de Guilherme Foscolo.

Mesa 6. Ritmo da obra/ritmo da cidade. As relações rítmicas entre as produções e atividades criativas e as cidades que habitam e pelas quais transitam
Com Bia Lessa e Carlito Azevedo.
Mediação de Flora Süssekind.

Obs: O participante precisa ter celular e computador e conhecer os princípios básicos para uso desses equipamentos. Após a conclusão da sua inscrição on-line na atividade e/ ou curso, você receberá por e-mail um link de acesso à Plataforma Microsoft Teams, onde será realizada a atividade e/ou curso, com até 1 (um) dia de antecedência da data de início. O acesso também poderá ser realizado através do web navegador de sua preferência.

As inscrições podem ser feitas a partir das 14h do dia 31/8, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.

*Este curso será 100% Online. Após o encerramento, será possível solicitar sua declaração de participação, enviando um email para declaracao@cpf.sescsp.org.br

(Arte: Walter Cruz)

Palestrantes

Alex Martoni

Alex Martoni

Doutor em Estudos de Literatura pela UFF. Músico, DJ e realizador audiovisual, é organizador do livro Rituais da Percepção e, atualmente, desenvolve pesquisas nas áreas dos sound studies, dos estudos de mídia e da literatura contemporânea brasileira. É membro da Red Latinoamericana de Investigaciones em Prácticas y Medios de la Imagen e do GT Anpoll Intermidialidade: Literatura, Artes e Mídias.
(Foto: Acervo Pessoal)

André SantAnna

André SantAnna

Músico, escritor, dramaturgo, roteirista de cinema, televisão e publicidade. É autor da trilogia “Amor”, “Sexo e Amizade”, “O Paraíso é Bem Bacana”, “Inverdades” e “O Brasil É Bom”. Teve o conto “O Importado Vermelho de Noé” incluído na antologia “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século” e o texto “Pro Beleléu” na antologia “As Cem Melhores Crônicas Brasileiras”.
(Foto: Acervo Pessoal)

Bia Lessa

Bia Lessa

Diretora, cenógrafa, atriz e curadora de exposições e museus. Como diretora de teatro, foi responsável pela adaptação e montagem de textos como Orlando – uma biografia, Casa de Bonecas, Medéia, Macunaíma e Grande sertão veredas. Criadora da Exposição Grande Sertão Veredas para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa. No cinema, codirigiu com Ronald Dany Roland os longas Crede-mi e Então morri.
(Foto: Acervo Pessoal)

Carlito Azevedo

Carlito Azevedo

Poeta e tradutor, autor de livros como Monodrama e O livro das postagens. Atuou como editor na revista de poesia Inimigo Rumor e na página de poesia Risco. Foi professor-visitante nas universidades UERJ e UNICAMP. Publicou a tradução, dentre outros, de Bibliomania, de Gustave Flaubert, e de O Gueto e O livro dos divãs, de Tamara Kamenszain (com Paloma Vidal). (Foto: Acervo Pessoal)

Cid Campos

Cid Campos

Músico, compositor e produtor musical. Lançou diversos Cds autorais, dentre os quais: “Poesia é Risco”, “No Lago do Olho”, “Fala da Palavra”, “Crianças Crionças”, “Nem”, e “Emily”. Atuou ao lado de Augusto de Campos e Walter Silveira no espetáculo “Poesia é Risco”, e participou da curadoria das exposições “Poesia Concreta – o projeto verbivocovisual” e “Rever”. Desde 1992 dirige o MC2 STUDIO.
(Foto: Acervo Pessoal)

Flora Süssekind

Flora Süssekind

Crítica literária/de cultura e uma das mais importantes pesquisadoras do país, Flora Süssekind é professora associada do Curso de Estética e Teoria do Teatro do Centro de Letras e Artes da UNIRIO. É autora, dentre outros, de “Tal Brasil, qual romance?”, “Literatura e Vida Literária”, “Cinematógrafo de Letras”, “O Brasil não é longe daqui”, “A Voz e a Série” e “Papéis Colados”.
(Foto: Acervo Pessoal)

Guilherme Foscolo

Guilherme Foscolo

Professor de filosofia no PPG em Ensino e Relações Étnico-Raciais da Universidade Federal do Sul da Bahia, é coordenador do Grupo de Pesquisas Avançadas em Materialidades, Ambiências e Tecnologias (UFSB/CNPq) e integrante da Red Latinoamericana de Investigaciones en Prácticas y Medios de la Imagen. Também apresenta o podcast/videocast Logotonia. 
(Foto: Acervo Pessoal)

Hans Ulrich Gumbrecht

Hans Ulrich Gumbrecht

Professor Albert Guerard de Literatura na Universidade de Stanford, Califórnia. Nos últimos quarenta anos produziu mais de dois mil textos, incluindo livros traduzidos em mais de vinte línguas. Seus títulos mais recentes são “Atmosfera, ambiência, Stimmung: sobre um potencial oculto da literatura”, “Após 1945: latência como origem do presente” e “Nosso Presente Amplo”, todos traduzidos para o português e publicados no Brasil.
(Foto: Acervo Pessoal)

Lia Rodrigues

Lia Rodrigues

Formada pela Escola de Bailado de São Paulo em 1971, foi uma das criadoras do Grupo Andança em 1977.Fez parte da companhia da coreógrafa francesa Maguy Marin entre 1980 e 1982. Criou e dirigiu por 14 anos o Festival Panorama da Dança no Rio de Janeiro. Em 1990, fundou a Lia Rodrigues Companhia de Danças, (RJ) e desde então se mantém em atividade durante todo o ano, com aulas, ensaios do repertório, e trabalho de pesquisa e criação , apresentando seus trabalhos no Brasil e internacionalmente. Desde 2004 a Companhia desenvolve projetos artísticos  e  pedagógicos na favela da Maré em parceria com a  Redes da Maré.
(Foto: Sammi Landweer)

Marília Garcia

Marília Garcia

Poeta e tradutora, com formação acadêmica na área de Letras. Autora dos livros “20 poemas para o seu walkman”, “Um teste de resistores”, “Câmera lenta” – pelo qual recebeu o Prêmio Oceanos de Literatura –, e de “Parque das ruínas”. Traduziu o relato autobiográfico “Os anos”, de Annie Ernaux, e a antologia “Emmanuel Hocquard”. Escreve mensalmente uma coluna sobre poesia no Blog da Companhia.
(Foto: Renato Parada)

Nicolau Spadoni

Nicolau Spadoni

Mestrando em Filosofia na Universidade de São Paulo com pesquisa na exploração dos aspectos da noção de “belo” na filosofia de Hegel. Membro da Red Latinoamericana de Investigaciones en Prácticas y Medios de la Imagen e fotógrafo de projetos especiais nos campos da moda, retrato e arquitetura.
(Foto: Acervo Pessoal)

Priscila Rezende

Priscila Rezende

Artista visual que trabalha principalmente com a performance, mas também com instalação e fotografia. Raça, identidade, inserção e presença do indivíduo negro e das mulheres na sociedade contemporânea são os principais norteadores e questionamentos levantados em seu trabalho. Foi artista residente na instituição Central Saint Martins, Londres/2018; e Art Omi, Nova Iorque/2018.
(Foto: Pablo Bernardo)

Ricardo Aleixo

Ricardo Aleixo

Poeta, artista visual e sonoro, performador, pesquisador das poéticas da voz e do corpo, cantor, compositor, ensaísta e editor. Integra antologias, coletâneas e edições especiais de revistas e jornais dedicados à difusão da poesia brasileira nos EUA, Argentina, Portugal, França, País de Gales, Angola e no México. Edita a revista Roda – Arte e Cultura do Atlântico Negro e a Coleção Elixir, de plaquetes tipográficas.
(Foto: Acervo Pessoal)

Data

08/09/2020 a 24/09/2020

Dias e Horários

Terça e Quinta, 15h às 16h.

Curso 100% Online.

Vagas Limitadas e Intransferíveis.

Local

Em Casa

Valores

Grátis